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"A coisa" robótica

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Impressionante como alguns robôs de hoje são semelhantes aos filmes de ontem. Vocês se lembram do filme A Coisa? Olha só a versão robótica: Uma coisa que me chamou a atenção foi a didática utilizada no vídeo. Não é à toa que ele é o número um no canal da Spectrum no Youtube, com mais de 1 milhão de visualizações. Para os que não se lembram o que é "a coisa", olha só:

O sono de Gaia

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Tem muita gente que defende a teoria de que a Terra como um todo é um ser vivo, ou seja, sustentam a hipótese de Gaia . Se a teoria é verdadeira ou não, eu não sei, mas assumindo que sim, este vídeo mostra belas imagens feitas do espaço deste ser em seu sono.

Geleca robótica

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Vocês lembram dessa geléia gosmenta que toda criança gostava de brincar na década de 90? Agora imagine se essa geléia pudesse se locomover, será que ela se pareceria com isso?

Robôs infláveis

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Não dou um ano para algum roboticista começar a produzir bonecas infláveis baseada nessa tecnologia:

Robótica megalomaníaca

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Duas palavras: holly shit! Só não sei se fiquei mais impressionado com a cobra gigante ou o camarada andando *em cima* da aranha.

Teve um paper recusado?

Aqui vai a solução para os seus problemas: o template de 'carta ao editor'. http://web.mit.edu/ariely/www/MIT/Sample.shtml

Asimo: the full show

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Eu coloquei vários vídeos curtos do Asimo, mas este é particularmente impressionante. Asimo é hoje o robô humanóide mais desenvolvido do mundo. Resultado de mais de 25 anos de desenvolvimento contínuo, este robô do tamanho de uma criança de uns sete anos está com movimentos fluidos e evidencia o que podemos esperar para os próximos anos: robôs realmente capazes de nos assistir no dia a dia. Se quisermos fazer parte desta revolução científico-tecnológica, teremos que manter o foco e, acima de tudo, teremos que fazer projetos com início, meio e fim. Como já havia observado Karl Popper, existem cientistas que estão sempre correndo atrás de assuntos quentes. Esse pessoal geralmente publica muito, mas não propõe ideias instigantes, desafiadoras e que empurram a fronteira do conhecimento. Isso porque eles estão sempre correndo atrás, sempre em segundo lugar. Eles vão atrás do que é publicável, do que vai impulsioná-los em suas carreiras.  Por outro lado, os verdadeiros cientistas ...